Bosque recebe oito macacos da Amazônia
O Bosque/Zôo Municipal “Dr. Fábio Barreto” recebeu na última semana oito macacos vindos da Amazônia. Entre eles estão três “macacos-barrigudos”, da espécie (lagothrix lagotricha), e cinco “macacos-de-cheiro”, sendo um casal da espécie (saimiri sciureus) e outros dois machos e uma fêmea da espécie (saimiri ustus). Todos foram enviados do Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) da Amazônia, órgão ligado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Os “macacos-barrigudos” depois de passarem por exames e avaliações junto ao corpo técnico do Zoológico, permanecem de quarentena, porém já estão convivendo na Praça dos Primatas com os demais macacos (prego, babuíno e mandril). Já os “macacos-de-cheiro”, também em quarentena, aguardam para em breve irem para “Ilha” onde completarão a família da espécie.
Macaco-de-cheiro – O Macaco-de-cheiro (Saimiri sciureus) é uma espécie de pequenos macacos diurnos, medindo cerca de 30 cm de comprimento, natural da região amazônica. Tais macacos possuem as partes superiores cinza-oliváceas, com o alto da cabeça negro ou cinza, focinho negro e região ao redor dos olhos branca. Também são conhecidos pelos nomes de boca-preta, jurupari e jurupixuna.
Macaco-barrigudo – O macaco-barrigudo (Lagothrix lagotricha) é um primata encontrado originariamente na Amazônia brasileira. É um dos maiores consumidores de frutos, folhas e flores, sendo um dispersor de sementes maiores, preferindo viver em florestas inundadas, ao Norte do Rio Negro e Rio Solimões pela quantidade de alimento. Vive em grupos que ocupam grandes áreas. A coloração de seu pelo varia do alaranjado-ocráceo ao marrom-acinzentado. Seu estado de conservação se dá pela caça, tráfico de animais silvestres e baixas taxas de crescimento populacional, pois a taxa reprodutiva é de nascimentos apenas a cada três anos.
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